Mágico cria truque com óculos de realidade aumentada

“A mágica torna possível hoje o que a ciência tornará realidade amanhã” . A frase do cyber ilusionista, o suíço Marco Tempest, sintetiza a época em que estamos vivendo, onde altas tecnologias vistas em telas de cinema ou na imaginação de muitos hoje faz parte de um futuro muito próximo.
Um exemplo disso foi a divulgação da Google Inc. e seu polêmico óculos de realidade aumentada. Pensando nisso, o mágico criou este número, que faz o espectador ver um simples truque com cartas de uma maneira totalmente diferente, como propõe o óculos.
Tempest é conhecido por criar maneiras muito divertidas de hipnotizar o público com sua magia ao transformar a realidade através da tecnologia que nos rodeia todos os dias.
Veja o vídeo:
Fonte: 3M Inovação
Não busque a qualificação profissional
Cada vez mais o mercado empreendedor ganha destaque nas mídias de massa e confiança por parte de grandes investidores. Com essa perspectiva, a expectativa de aumento no investimento em recursos humanos é grande, o que gera um movimento de profissionais a fim de alcançar um desses empregos gerados.
Grande parte das pessoas procura se qualificar tecnicamente em suas profissões com o objetivo de ser um profissional que atenda as demandas do mercado de trabalho, no entanto cada vez mais o próprio mercado reclama dos profissionais disponíveis. Minha hipótese sobre esse grande problema é que tanto os empregadores e as pessoas em busca de emprego não entendem quais suas reais expectativas no momento do recrutamento.
Um importante motivo pela alta rotatividade no preenchimento das vagas de trabalho disponíveis é que especialmente os profissionais responsáveis pelo recrutamento, em sua grande maioria, ainda insistem em avaliar os candidatos por análise de currículo, focando em conhecimentos técnicos e experiências obtidas em empregos anteriores, além da jurássica entrevista de emprego que pretende (e nem sempre consegue) entender o comportamento profissional.
Acredito que tão importante quanto desenvolver capacidade lógico-matemática, corporal-cinética e linguística, que são as bases do conhecimento técnico, são outras capacidades, outros conhecimentos não cognitivos. Três deles são muito importantes, o senso crítico e as inteligências intrapessoais e interpessoais.
Em profissões que envolvem o exercício da capacidade intelectual o senso crítico é matéria prima da inovação. Saber identificar um problema é o primeiro passo a ser dado em direção a um produto inovador, e é aí onde o conhecimento técnico vai ser usado como uma ferramenta que auxiliará o empreendedor a encontrar uma solução.
Outro ponto crucial no senso crítico é saber associar ferramentas que auxiliarão a encontrar a solução de um problema, é importantíssimo não eleger uma única tecnologia ou metodologia como sagrada e ignorar as demais existentes. Mais importante ainda é reconhecer que em alguns momentos específicos o conhecimento adquirido não é o suficiente para resolver certos problemas, nesse caso é necessário reconhecer essa falha e procurar outros modelos, quando não até criar seus próprios.
Ser capaz de questionar soluções existentes ou soluções tomadas para um determinado problema também faz parte do censo crítico. Claro que não justifica atitudes agressivas e repetitivas, saber dosar é importante, e saber que é necessário algumas vezes passar um pouco da dose também é.
A capacidade de relação intrapessoal é outro fator interessante de ser treinado. Ter a capacidade de conhecer a si mesmo é muito importante para entender seus próprios objetivos pessoais e profissionais, nivelando melhor assim as expectativas sobre o objeto de interesse, sejam elas sentimentais ou materiais.
Ter habilidades interpessoais é, sobretudo, compreender os outros, suas motivações, intenções e desejos. Quanto melhor for essa habilidade, poderá se refletir no poder de liderança àqueles profissionais que precisam coordenar ou gerenciar grupos e na capacidade de persuasão aos demais profissionais.
Não estou propondo aqui o surgimento de um Übermensch como proposto pelo filósofo alemão Nietzsche, o que eu proponho é o equilíbrio de esforços pessoais sobre todas as possíveis qualidades.
Procurar ser um profissional qualificado é uma ideia incompleta e inconsistente, nada mais é do que um grande equívoco. As empresas, investidores e clientes não precisam mais de profissionais qualificados, mas sim de pessoas qualificadas.
[Curso] Falácias – Argumentar não basta (Realizado)
UPDATE: Os cursos já foram realizados, agradecemos a participação de todos. Siga-nos no twitter @institutomaturi, na nossa página do facebook, ou ainda assine nosso feeds de notícias para ficar atento a novos cursos, vários gratuitos, que iremos oferecer futuramente.
Quantas vezes você teve uma ideia muito boa, mas não foi levado a sério?
Quantas vezes você percebeu um problema relevante no trabalho ou em qualquer outro ambiente, mas não conseguiu convencer os demais envolvidos de que algo errado poderia ocorrer?
Quantas vezes você ficou calado diante uma afirmação da qual você não concordava porque não sabia como fazer sua objeção?
Se você não sabe ao certo as inúmeras vezes que isso aconteceu, talvez tenha notado que nesses casos os argumentos usados não foram completamente legítimos onde houve alguma falha proposital ou inconsciente.
Para uma boa persuasão, não bastam argumentos convincentes ou truques de neuro-linguística, o argumento precisa ser logicamente consistente, com fundamento e válido. A esse argumento falhos é dado o nome de FALÁCIA.
Reconhecer as falácias é por vezes difícil, conhecer as principais é uma forma tanto de identificar falsos argumentos como melhorar a si mesmo a argumentação, melhorando assim a retórica e diminuindo a refutação de uma afirmação.
Na prática, isso quer dizer que você saberá convencer de forma honesta as pessoas com quem trabalha, os seus clientes, os seus chefes e patrocinadores, funcionários, professores, colegas de classe e até as pessoas que fazem parte de sua vida particular.
O curso é inteiramente gratuito, ministrado por Leandro Goulart Bernardo para tanto basta se conectar ao curso através da rede Stoodos pelo link http://www.stoodos.com/c/falacias-argumentar-nao-basta/329. Para que nós do Instituto Maturi fiquemos motivados para sempre oferecer cursos gratuitos, pedimos que curtam a nossa página em https://www.facebook.com/institutomaturi, sigam o @institutomaturi no Twitter e ajude a divulgar esse nosso trabalho, não vai tomar muito do seu tempo e nós ficaremos muito gratos.
O único pré-requisito necessário é ter uma boa interpretação de texto, o curso terá a duração de uma hora (das 14h às 15h) nos dias 30/06/2012 e 14/07/2012 (sábados). Há apenas 50 vagas disponíveis, qualquer dúvida entre em contato conosco.
Característica Empreendedora – Auto-Motivação

Uma diferença básica entre ser empreendedor e trabalhar para alguém é que quando você possui um negócio, ninguém irá te pressionar para que você cumpra suas tarefas. Você precisa estar completamente auto-motivado a fazer tudo o que é necessário para ter seu trabalho executado.
No começo, é bem provável que você também tenha que trabalhar e estudar. Isso significa que após terminar seu trabalho ou assistir a longas horas de aula, você ainda deve ter energia e determinação para se dedicar a seu próprio negócio.
Se você é daquele tipo de pessoa que precisa ter sempre alguém pra te lembrar de fazer suas tarefas ou que sente que seu trabalho rende mais quando alguém lhe diz o que fazer, empreender não será um caminho fácil pra você.
Fonte: Empreendemia
Propaganda Criativa – Add Drama

Imagine-se em uma pacata rua de uma pequena cidade… Agora, você se depara com um botão vermelho com a instrução “Pressione para adicionar ação“. A curiosidade em apertar é quase irresistível, não é? Agora imagine se, após acioná-lo, uma verdadeira cena de filme de ação se materializa bem na sua frente, com direito a lutas, tiros, carros em alta velocidade, só faltando mesmo, um helicóptero?
A agência belga Duval Guillaume Modem transformou isso em uma ação para divulgar a chegada do canal TNT, na Bélgica , em alta definição. Veja no vídeo a reação das pessoas e impressione-se também com a qualidade da produção da campanha. Incrível!
Quais as características de empresas inovadoras?

Inovação é mais do que uma palavra da moda. É uma competência chave que muito possivelmente representa a diferença entre o sucesso de uma empresa e seu potencial fracasso. Inovação é o único caminho para fechar efetivamente a lacuna entre as demandas dos consumidores e os recursos cada vez mais escassos. Inovação nos possibilita fazer mais com menos.
A inovação nas empresas é absolutamente necessária para a longevidade dos negócios e será o mais importante fator que, isoladamente, vai determinar o sucesso das empresas durante o século XXI.
E quais são as características das empresas muito inovadoras?
Como na inovação não há fórmulas, valem as reflexões. Companhias inovadoras avaliam seus colaboradores por alguma nova realização que gere valor, têm verba no orçamento para projetos piloto e um processo de inovação claro.
Além disso, inovar precisa estar acessível a todos os colaboradores e a empresa não só atualiza seus produtos e serviços, mas surpreende seus clientes. Percebeu, agora, por que algumas empresas são mais inovadoras?
Sua empresa apresenta essas características inovadoras? Compartilhe conosco.
Fonte: Exame
Quem te inspira?

Chuck Norris no filme Sidekicks
Um super-herói de algum desenho, uma personalidade ou alguém da família. No começo da carreira, é normal nos inspirarmos em uma pessoa para desenvolver nosso trabalho. No meu caso, grandes figuras do jornalismo e da literatura fazem com que eu me encante ainda mais com a profissão que estou seguindo. Para ficar em alguns exemplos: Jack Kerouac, Hunter S. Thompson, Charles Bukoswki e Gay Talese. Além de brasileiros, como Audálio Dantas e Ricardo Kotscho, ambos que tive o prazer de conhecer pessoalmente.
Em comum, todos possuem uma narrativa gostosa e que prende o leitor. Mais do que isso, principalmente Talese e Thompson, oferecem um texto jornalístico recheado de recursos literários. Sem dúvida, algo raro na prática do jornalismo contemporâneo. Mesmo assim, ter essas figuras como “nortes” na carreira traz aquela sensação de “cara, é isso que eu quero para o resto da minha vida!”.
Quando batem aquelas dúvidas existenciais e a vontade repentina de jogar tudo para o alto, são esses perfis bem-sucedidos os responsáveis pela volta à realidade. Senti isso recentemente em um determinado momento de reflexões. Ao som de Bob Dylan, lembrei das aventuras de Hunter S. Thompson e sua paixão pelo jornalismo, por contar histórias. A sua maneira, vivendo perigosamente, mas com muito fervor. Foi o combustível necessário para eu parar, pensar e dizer: “Amo muito tudo isso”, bem o estilo McDonald’s de ser.
Voltando bastante no tempo, essa ideia de mestres e seus aprendizes é antiga. Os filósofos gregos (Sócrates, Platão, Aristóteles e por aí vai…) servem para exemplificar isso. Hoje, nas mais diversas áreas, não faltam exemplos de pessoas que, com o sucesso alcançado, servem de motivação e inspiração para outras tantas.
E você, tem seus “mestres”, aqueles que te inspiram no dia a dia profissional e fornecem ainda mais energia para você seguir a carreira que ama? Compartilhe aqui.
Fonte: Estagiário Y

